quarta-feira, 16 de março de 2011

Dízimo


Dízimos e Ofertas - Uma Diacronia Hermenêutico

Gênesis 14 (Melquisedeque e Abrão) Dízimo antes da Lei
18 Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo;
19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra!
20 E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

Hebreus 7

1 Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou,
2 a quem também Abraão separou o dízimo de tudo (sendo primeiramente, por interpretação do seu nome, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
3 sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
4 Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo dentre os melhores despojos.
5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão;
6 mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.
7 Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.
8 E aqui certamente recebem dízimos homens que morrem; ali, porém, os recebe aquele de quem se testifica que vive.
9 E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos,

Levítico 27 (Colheitas e o rebanho) Dízimo na Lei

30 Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor.
31 Se alguém quiser remir uma parte dos seus dízimos, acrescentar-lhe-á a quinta parte.
32 Quanto a todo dízimo do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo da vara, esse dízimo será santo ao Senhor.
33 Não se examinará se é bom ou mau, nem se trocará; mas se, com efeito, se trocar, tanto um como o outro será santo; não serão remidos.

Deuteronômio 12 (Lugar certo para dizimar) Dízimo na Lei

5 mas recorrereis ao lugar que o Senhor vosso Deus escolher de todas as vossas tribos para ali pôr o seu nome, para sua habitação, e ali vireis.
6 A esse lugar trareis os vossos holocaustos e sacrifícios, e os vossos dízimos e a oferta alçada da vossa mão, e os vossos votos e ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e ovelhas;
7 e ali comereis perante o Senhor vosso Deus, e vos alegrareis, vós e as vossas casas, em tudo em que puserdes a vossa mão, no que o Senhor vosso Deus vos tiver abençoado.
8 Não fareis conforme tudo o que hoje fazemos aqui, cada qual tudo o que bem lhe parece aos olhos.
9 Porque até agora não entrastes no descanso e na herança que o Senhor vosso Deus vos dá;
10 mas quando passardes o Jordão, e habitardes na terra que o senhor vosso Deus vos faz herdar, ele vos dará repouso de todos os vossos inimigos em redor, e morareis seguros.
11 Então haverá um lugar que o Senhor vosso Deus escolherá para ali fazer habitar o seu nome; a esse lugar trareis tudo o que eu vos ordeno: os vossos holocaustos e sacrifícios, os vossos dízimos, a oferta alçada da vossa mão, e tudo o que de melhor oferecerdes ao Senhor em cumprimento dos votos que fizerdes.
12 E vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus, vós, vossos filhos e vossas filhas, vossos servos e vossas servas, bem como o levita que está dentro das vossas portas, pois convosco não tem parte nem herança.
13 Guarda-te de ofereceres os teus holocaustos em qualquer lugar que vires;
14 mas no lugar que o Senhor escolher numa das tuas tribos, ali oferecerás os teus holocaustos, e ali farás tudo o que eu te ordeno.
15 Todavia, conforme todo o teu desejo, poderás degolar, e comer carne dentro das tuas portas, segundo a bênção do Senhor teu Deus que ele te houver dado; tanto o imundo como o limpo comerão dela, como da gazela e do veado;
16 tão-somente não comerás do sangue; sobre a terra o derramarás como água.
17 Dentro das tuas portas não poderás comer o dízimo do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, nem os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas, nem qualquer das tuas ofertas votivas, nem as tuas ofertas voluntárias, nem a oferta alçada da tua mão;
18 mas os comerás perante o Senhor teu Deus, no lugar que ele escolher, tu, teu filho, tua filha, o teu servo, a tua serva, e bem assim e levita que está dentre das tuas portas; e perante o Senhor teu Deus te alegrarás em tudo em que puseres a mão.
19 Guarda-te, que não desampares o levita por todos os dias que viveres na tua terra.

Deuteronômio 14

22 Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo.
23 E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus por todos os dias.
24 Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado;
25 então vende-os, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher.
26 E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa.
27 Mas não desampararás o levita que está dentro das tuas portas, pois não tem parte nem herança contigo.
28 Ao fim de cada terceiro ano levarás todos os dízimos da tua colheita do mesmo ano, e os depositarás dentro das tuas portas.
29 Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), o peregrino, o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda obra que as tuas mãos fizerem.

Deuteronômio 26

12 Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita do terceiro ano, que é o ano dos dízimos, dá-los-ás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem.
13 E dirás perante o Senhor teu Deus: Tirei da minha casa as coisas consagradas, e as dei ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, conforme todos os teus mandamentos que me tens ordenado; não transgredi nenhum dos teus mandamentos, nem deles me esqueci.
14 Delas não comi no meu luto, nem delas tirei coisa alguma estando eu imundo, nem delas dei para algum morto; ouvi a voz do senhor meu Deus; conforme tudo o que me ordenaste, tenho feito.
15 Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo de Israel, e a terra que nos deste, como juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel.
16 Neste dia o Senhor teu Deus te manda observar estes estatutos e preceitos; portanto os guardarás e os observarás com todo o teu coração e com toda a tua alma.
17 Hoje declaraste ao Senhor que ele te será por Deus, e que andarás nos seus caminhos, e guardarás os seus estatutos, os seus mandamentos e os seus preceitos, e darás ouvidos à sua voz.
18 Outrossim, o Senhor hoje te declarou que lhe serás por seu próprio povo, como te tem dito, e que deverás guardar todos os seus mandamentos;
19 para assim te exaltar em honra, em fama e em glória sobre todas as nações que criou; e para que sejas um povo santo ao Senhor teu Deus, como ele disse.

Malaquias 3 – O Homem Rouba a Deus?
8 Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.
9 Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós, esta nação toda.
10 Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança.
11 Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos.
12 E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos exércitos.

Provérbios 3 – Honrar ao Senhor
9 Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda;
10 assim se encherão de fartura os teus celeiros, e trasbordarão de mosto os teus lagares.

Lucas 11 – O Dízimo no Novo Testamento
42 Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, e da arruda, e de toda hortaliça, e desprezais a justiça e o amor de Deus. Ora, estas coisas importava fazer, sem deixar aquelas.

Mateus 23:23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.

O amor (Graça) é mais rigoroso do que a Lei.

Marcos 12 – A Viúva (Lc. 21:2)

41 E sentando-se Jesus defronte do cofre das ofertas, observava como a multidão lançava dinheiro no cofre; e muitos ricos deitavam muito.
42 Vindo, porém, uma pobre viúva, lançou dois leptos, que valiam um quadrante.
43 E chamando ele os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos os que deitavam ofertas no cofre;
44 porque todos deram daquilo que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha, mesmo todo o seu sustento.

Atos 2 – Vendiam Tudo
44 Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum.
45 E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um.

Atos 4 – Barnabé
32 Da multidão dos que criam, era um só o coração e uma só a alma, e ninguém dizia que coisa alguma das que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.
33 Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
34 Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos.
35 E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade.
36 Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre,
37 possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos.

Considerações
O amor é mais rigoroso do que a Lei.


Romanos 13 – A Lei e o Amor

10 O amor não faz mal ao próximo. De modo que o amor é o cumprimento da lei.

A Bíblia Fala 41 Vezes Sobre Dízimo

A Armadura de Saul

Entre tantos personagens entusiastas da Bíblia, sem dúvida Davi é uma referência hermenêutica tremenda. É verdade que ele cometeu alguns erros, e para o bem da hermenêutica dou graças a Deus. Os erros de Davi aliviam nossa condição pecaminosa, pois nos nivela como seres criados para acertar, mas que na derrocada do desejo humano falha, e, portanto, proibidos estamos de julgar, não obstante, maior peso carregará o rebelde.

Davi teve a impetuosidade de dizer não, num momento onde sua atitude, aparentemente insana o deixava ainda em maior desvantagem. Veja, ele iria desafiar o grande gigante Golias, o maior guerreiro dos filisteus, povo sanguinário e cruel. Para aliviar o seu destino, a morte, digo na perspectiva israelita, Saul ofereceu a sua própria armadura ao jovem e insano pastorzinho de ovelhas, refiro-me a animais.

Inescrupulosamente, exercendo de uma antiética tremenda, desobedecendo a ordem do rei, que absurdo, afrontando os bons costumes, e contrariando todas as tradições do momento, Davi recusa a armadura do rei, e pior, veja que menino mal educado e rebelde, disse que não estava acostumado àquilo. Como alguém que é recém chegado a um lugar, sem a experiência dos antigos e sábios, que por gerações praticam com zelo as mais perfeitas tradições, que estão habituados a reunir o conselho e reger as assembléias deliberativas, pode contrariar anos de experiência? (... pausa...).

Permita-me sorrir enquanto escrevo esta resposta: O compromisso de Davi estava na sua fidelidade e confiança em Deus. Davi tinha em seu coração a certeza de que Deus era com ele e pronto. Tradições e estratégias não faziam parte dos planos, porque não havia planos, Davi queria apenas agradar a Deus e inclinar o seu coração diante da Sua Soberana vontade.

Se você deseja ser um hermeneuta com o coração inclinado à Deus, aprenda com Davi, e lance fora esta armadura que estão colocando sobre você. Note bem, você já não possui a leveza de antes, o peso da armadura é terrível, e não pertence a Deus. Liberte-se, de um grito de independência, se olhe no espelho, enxergue Deus através da luz dos seus olhos, pois ele habita em você, e jogue fora esta armadura humana e pecaminosa. Apresente-se diante de Deus como ele te chamou, talvez, apenas com uma funda, um cajado, quem sabe é você.

Pense comigo, se a armadura de Saul era tão boa, porque ele mesmo não lutou contra Golias? Sim, é uma pergunta retórica, deixo um trecho para sua reflexão: ... “E Davi tirou aquilo de sobre si”...


Se existe uma armadura para uso, a carta aos efésios a revela. Prefiro, no entanto, sugerir “um coração quebrantado e um espírito reto”.

A Palavra do dia.


O Fundamento do Avivamento


O fundamento do avivamento está firmado em três fatores indispensáveis: estudo da Bíblia, oração e arrependimento. Esses elementos "movem a mão de Deus" a favor do seu povo, não obstante, a hermenêutica confirma o pensamento. Esta afirmação é fiel e digna de crédito, porque o Senhor está comprometido com a sua Palavra. Ele prometeu ouvir nossas orações e não rejeita um coração contrito e arrependido. Não podemos, porém, separar esses três pontos, errando em um, tropeçamos em todos. Palavra sem oração pode resultar em intelectualismo e heresia. Oração sem arrependimento não produz efeito. Arrependimento, sem um confronto com a Palavra de Deus, é remorso, é outra coisa. È a Bíblia que nos orienta sobre as falhas e enganos do coração humano, enquanto o Espírito Santo nos convence deste axioma.

A hermenêutica nos lembra o texto registrado no segundo livro de crônicas capítulo sete, verso quatorze: "E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."

Dentre tantos textos explicativos sobre os pressupostos para um avivamento bíblico, o texto acima esta contextualmente contemporaneizado. O resultado do cumprimento e obediência a docência bíblica e a hermenêutica, causará naturalmente, o exercício do avivamento. Não se trata de uma busca de final de semana, seminários ou encontros tremendos. É um resultado intrínseco que acontece na individualidade do coração do cristão, sendo extrinsecado em forma de testemunho aparente.

Estritamente falando, avivamento é algo que acontece unicamente no meio do povo de Deus, nos cristãos. O Espírito Santo renova, reaviva e desperta o cristão sonolento. É revitalização onde já existe vida. Será mister, no entanto, eliminar as falácias exegéticas e atentar para a veracidade hermenêutica.

Quando há esse impacto da obra do Espírito de Deus na vida do cristão, os resultados imediatos do avivamento são sentidos pela sociedade. Floresce o senso inequívoco da presença de Deus. Não se trata de um compromisso efetuado com os demais, mas, de uma aliança estabelecida pelo constrangimento provocado, fruto do inexplicável amor de Deus.

Quem tem o poder de dar a vida é o Senhor. Avivar significa assoprar as brasas, remover as cinzas e ver surgir o fogo que aquece a alma e o coração do cristão. É o retorno ao primeiro amor, é voltar a se apaixonar, é objetivar o começar de novo. É o Senhor com o seu vento que faz as brasas queimarem revivendo a chama do amor e da fé. A obra não é nossa, é do Senhor. Tenhamos sempre esta consciência de que somos servos e que a obra é, e pertence ao Senhor.

Mensagem subliminar



 Observe essa mensagem que lí em um blog.


http://whatsdrigao.blogspot.com/?expref=next-blog

    Mensagem falando do anjo caido.o diabo,esteja atento.






O Anjo Caído

Almeida Garrett

Era um anjo de Deus
Que se perdera dos céus
E terra a terra voava.
A seta que lhe acertava
Partira de arco traidor,
Porque as penas que levava
Não eram penas de amor.
O anjo caiu ferido
E se viu aos pés rendido
Do tirano caçador.
De asa morta e sem esplendor
O triste, peregrinando
Por estes vales de dor,
Andou gemendo e chorando.
Vi-o eu, n anjo dos céus,
O abandonado de Deus,
Vi-o, nessa tropelia
Que o mundo chama alegria,
Vi-o a taça do prazer
Pôr ao lábio que tremia
E só lágrimas beber.
Ninguém mais na terra o via,
Era eu só que o conhecia
Eu que já não posso amar!
Quem no havia de salvar?
Eu, que numa sepultura
Me fora vivo enterrar?
Loucura! Ai, cega loucura!
Mas entre os anjos dos céus
Cantava um anjo ao seu Deus;
E remi-lo e resgatá-lo,
Daquela infâmia salvá-lo
Só força de amor podia.
Quem desse amor há-de amá-lo,
Se ninguém o conhecia?
Eu só, – e eu morto, eu descrido,
Eu tive o arrojo atrevido
De amar um anjo sem luz.
Cravei-a eu nessa cruz
Minha alma que renascia,
Que toda em sua alma pus,
E o meu ser se dividia,
Porque ela outra alma não tinha,
Outra alma senão a minha...
Tarde, ai! tarde o conheci,
Porque eu o meu ser perdi,
E ele à vida não volveu...
Mas da morte que eu morri
Também o infeliz morreu.

Centenario


Sob orientação do Pastor Martim Alves, o hino 144 será entoado em todos os cultos no Oeste Potiguar até o Centenário

Hino 144 da Harpa Cristã
Durante a última reunião de obreiros em Mossoró, 5 de março, o pastor Martim Alves da Silva (AD Mossoró), sugeriu que até Junho, mês do Centenário, as Assembleias de Deus da região Oeste potiguar introduzissem os cultos com o hino 144 da Harpa Cristã (CPAD).
Desde o seu surgimento em 1922, a Harpa Cristã é o hinário oficial da nossa igreja, hoje com 640 composições que são entoadas em nossos cultos de oração, evangelístico, doutrinário, santa ceia e etc.
O hino 144 é de autoria do saudoso irmão William S. Pitt, traduzido para o português pelo patriarca assembleiano Pr. Paulo Leivas Macalão, principal responsável pela adaptação e organização do nosso hinário. A canção descreve a salutar relação afetiva vivida entre os crentes e a congregação, característica marcante da Assembleia de Deus da época.
Segundo a sábia orientação do pastor Martim Alves, o hino 144 tornou-se o cântico oficial dos cultos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Oeste Potiguar, trazendo a tona nossa origem e resgatando a identidade da nossa amada Assembleia.
Numa postagem anterior fizemos a exegese deste emblemático hino, que retrata a essência fundamental da centenária Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil. Eis o texto:
144
1
À Assembléia de Deus, vem comigo,
Unidade, sem fragmentação, era assim na Assembleia de Deus. O crescimento se deu graças à prática bíblica do evangelismo pessoal, cada crente era um ganhador de almas em potencial. Pregava-se nas praças, pelas ruas, mas principalmente com a própria vida, com testemunho cotidiano, com o bom relacionamento interpessoal, demonstrando Cristo em todo o viver.
Ouvir a Palavra de Deus;
A exposição bíblica, tal qual está escrito na Escritura, sem modismos, acréscimo ou subtração, era a mensagem verbalizada pelos eloquentes pregadores assembleianos no santo púlpito da congregação, penetrante como espada afiada nos corações dos ouvintes atentos a “Palavra de Deus”.
E terás a certeza, contigo,
A impactante exposição genuinamente bíblica produzia nos fiéis a inabalável convicção, intrínseca no espírito e no coração
Que Jesus é o caminho dos céus.
Que estavam no Caminho para os céus, pois a mensagem escriturística apontava exclusivamente para Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé. A pura teologia cristocêntrica, verbalizada de maneira simples, ao alcance de toda a congregação.

Coro
Ó vem, vem, vem, vem!
Vem à Assembléia e louvemos
Ao nosso bom Deus Redentor,
Pois maior alegria não temos,
Que fruir Seu imenso amor.

2
Vem, irmão, à Assembléia dos Santos,
Incentivo, era a época em que passávamos na casa dos irmãos, para juntos seguirmos à igreja. É a comunhão na sua forma mais comum: de estarmos perto uns dos outros, confraternizando-se na santa Assembléia, comprometidos com a pureza do Evangelho
Sentir o poder do Senhor
E ansiosos por sentir o poder, a dádiva divina concedida aos santos, o Seu maravilhoso Espírito Santo, que inflamava toda a igreja, incendiando os corações consagrados a Cristo. Era o tempo em que o culto era culto, tínhamos profecias, cânticos espirituais, batismos com Espírito Santo [não era preciso contratar um “batizador” ou esperar um congresso], os crentes eram batizados de joelho, orando ao Senhor nos cultos de oração, vigílias e Círculos de Orações, até nos cultos nas ruas tínhamos crentes falando “línguas estranhas” pela primeira vez. Realmente sentíamos o poder do Senhor.
E ali entoar lindos cantos
Cheios da presença do Senhor, os irmãos entoavam as canções celestiais, concedidas aos devotados compositores nas vigílias de oração pelo Espírito Consolador. Letras que transmitiam com integridade a mensagem da Palavra de Deus, quando entoado em companhia do violão, acompanhado das vozes da congregação.
Exultando no Consolador.
Saturava o coração de alegria, a alma flutuava prazerosa na presença do Jesus. Tomados de grande júbilo, entoavam os inspirados hinos de adoração, regozijando-se com a presença do divinal Espírito do Senhor. O cântico se misturava com “glórias à Deus” e “aleluias”, rajadas de “línguas estranhas” se ouvia em toda a igreja.

3
Na Assembléia de Deus tu estejas
O sentimento de estar em casa, no convívio familiar era real na vida dos irmãos assembleianos. O pastor era um pai, sua esposa uma mãe, a membresia era familiarizada, o novato era inserido no seio da congregação, acompanhado com cuidado pelos mais experientes. Não havia lugar melhor para se estar do que na amada Assembleia de Deus.
Humilde aos pés do Senhor:
Todos, absolutamente todos na Assembleia são convidados a estar nos “pés do Senhor”, rebaixados de toda ostentação, sem glamour, sem status, sem titulação, sem grandeza alguma, simplesmente humilhados diante do Senhor.
Santidade convém à Igreja,
Brada o Espírito, quem têm ouvidos ouça, ou então não veremos o Senhor.
Prá gozarmos celeste amor.
Condicionalmente, se não houver santidade na Assembleia, não haverá o gozo celestial do amor divino. A ausência de santidade ocasiona a escassez do “amor celestial”, sem este amor na igreja há frieza espiritual e corrupção no meio dela.
4
Nós sentimos a santa presença
Sim, na Assembleia os corações se aquecem com a “santa presença”, Ele é santo, não habita em meio ao pecado.
Do nosso querido Jesus;
A presença de Jesus é o fundamento primário da Assembleia, sem Ele não há razão para estarmos reunidos. Sem Sua presença, não há culto, não há adoração, não há Assembleia de Deus. O renomado pregador internacional, o afamado cantor gospel, as inúmeras “ministrações de poder”, os teatros, as coreografias, os testemunhos de famosos “convertidos”, a presença política, TODOS esses enfados do culto evangélico moderno poderiam FALTAR [e não faria falta] na Assembleia, todavia a “PRESENÇA DO NOSSO QUERIDO JESUS” era GARANTIDA e anelada na santa igreja.
Anulada foi tua sentença:
Apesar dos lindos hinos entoados, do poder presenciado, o culto assembleiano tinha seu ápice na pregação escriturística, que garantia ao pecador que em Cristo, todo o pecado é perdoado; que na cruz Jesus anulou a sentença de morte que estava sobre nós [pecadores]
Deixa as trevas e vem para a luz.
Porém se fazia necessário ao pecador arrependido abandonar a vida pecaminosa [as trevas] e vivenciar uma nova vida em Cristo, na Sua luz. Este é o apelo que se ouvia na Assembleia de Deus: “arrependei-vos e credes no Evangelho”.

Jesus é o mesmo, ontem, hoje e eternamente

terça-feira, 15 de março de 2011


MEIOS DEVERÁ TER UM ADMINISTRADOR PROVISÓRIO‏

Jacome e Ana Angelica
Jacome e  Miguel Josino
Audiência Pública leva centenas de funcionários do MEIOS a Assembléia Legislativa
O salão de Eventos Álvaro Dias ficou pequeno para o grande número de pessoas que estiveram presentes a audiência pública em alusão a problemática que enfrenta a ONG MEIOS (Movimento de Integração e Orientação Social). O MEIOS é uma organização não-governamental, sem fins econômicos e reconhecida por sua utilidade pública nas esferas municipal, estadual e federal. Fundada desde julho de 1979, o MEIOS foi inicialmente uma coordenação da Legião Brasileira de Assistência, ligada ao Programa Nacional de Voluntariado (Pronave) e tem como característica ser presidida pelas primeiras damas do RN.    Desde novembro do ano passado que os funcionários não recebem salário, inclusive o 13° salário. Solidário com a situação dos quase 1.900 funcionários e preocupado com o futuro da instituição, o deputado Antônio Jácome propôs a audiência com o intuito de encontrar caminhos para solucionar este embate. Estiveram presentes a audiências o Procurador Geral do Estado do RN, Dr. Miguel Josino Neto; o representante do Ministério Público e Promotor do Patrimônio Público, Giovani Rosado; o Presidente do SENALBA – RN, sindicato representante dos funcionários do MEIOS, Ednaldo Fernandes; o Secretário do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Luiz Eduardo Carneiro; a representante do MEIOS Ana Angélica Felix e os deputados Fernando Mineiro, Hermano Morais, Larissa Rosado e Márcia Maia. Jácome avalia que a situação do MEIOS vai além do atraso do pagamento dos salários, ela é bem mais profunda e explica que desde a fundação que o estatuto é descumprido deixando a ONG em uma situação lastimável. “Hoje não existe se quer quem responda administrativamente pela instituição”, diz deputado. A audiência teve um fim positivo. O ministério público propôs a indicação de um administrador provisório para responder pela ONG e apurar as irregularidades denunciadas. O Procurador do estado declarou que ao montante de R$ 2.900.000,00 (dois milhões e novecentos mil reais) já existe para efetuar o pagamento dos salários em atraso e irá lutar por uma forma legal de repassar este valor a ONG. O deputado Jácome incentivou aos funcionários do MEIOS a criarem uma comissão para auxiliar o administrador provisório, reformarem o estatuto e a criação de uma nova mesa diretora, além de se dispor a requerer junto a presidência da Assembléia uma assessoria jurídica para o ONG e criar uma comissão de deputados para acompanhar o desdobramento das ações em torno do MEIOS

sábado, 12 de março de 2011


AD em São Paulo do Potengi tem novo Pastor

No último dia 02/03 (quarta-feira) a Assembleia de Deus em São Paulo do Potengi/RN, recebeu o seu novo pastor. Com o templo completamente lotado para o culto de posse, o Pr. Ednaldo Barbosa assumiu a liderança da igreja naquela cidade, após pastorear o rebanho do Senhor em Bom Jesus por cerca de 10 anos. Marcaram presença diversos obreiros do Campo de Macaíba, liderados pelo Supervisor Pr. Jessuir Barreto, além de muitos outros de todo o estado, dentre eles o Pr. Martim Alves (Mossoró - Vice-Presidente da CEMADERN), Pr. Francisco Miranda (Assu), Pr. Ivan Gonçalves (Nova Cruz), Pr. Abdênego Xavier (Canguaretama), Pr. Gerson Rosa (Passa e Fica), Pr. João Maria Dias (Baía Formosa), Pr. Damião (Riachuelo), dentre outros. O Pr. Ednaldo Barbosa subistitue o Pr. Ezequias, que irá, em seu lugar, liderar a AD em Bom Jesus.Fonte e fotos: www.jesuinoproducoes.blogspot.com