domingo, 3 de abril de 2011


Bolsonaro e Marco Feliciano: Racismo e Homofobia com base em Gênesis 9.20-29?

DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2011



Por Esdras Costa Bentho

Ouvi alguns debates em torno das afirmações de Bolsonaro e a justificativa bíblica que o deputado federal Marco Feliciano apresentou com base na maldição de Noé sobre Canaã. Por esta razão, procurei rápida e urgentemente fazer a presente exegese para esclarecer o sentido real da maldição sobre Canaã.

Após as narrativas que estabelecem a aliança de Deus com Noé e seus filhos, segue-se uma tragédia na família de Noé (9.20-29). Um resumo dos fatos sucedidos facilitará a compreensão da narrativa:
a) Noé se embriagou com o vinho da própria vinha (vs.20,21);

b) Embriagado, apareceu nu dentro de sua própria tenda (v.21);

c) Seu filho Cam e seu neto Canaã viram a nudez de seu pai e dele zombaram (v.22);

d) Sem e Jafé ao tomarem conhecimento do fato, cobrem seu pai Noé, sem contemplar-lhe a nudez (v.23);

e) Noé ao acordar profetiza bênçãos e maldições sobre os seus três filhos baseado nos atos anteriores (vs.24-27).

Tem-se discutido muito acerca do ato de Cam e de seu filho Canaã, algumas das propostas de certos intérpretes vão desde o homossexualismo até a castração.

HICKEY[1], afirma sem apresentar qualquer base exegética que sustente sua afirmação, que o pecado pelo qual Canaã foi amaldiçoado foi o homossexualismo.

Outros intérpretes mencionam Levítico 18 acerca dos atos sexuais praticados na terra de Canaã como uma referência de que os descendentes de Canaã continuaram a prática iniciada por seu pai. Pura fantasia! Relações das quais são narradas em Levítico 18.6-18, não era ato apenas dos cananitas e dos egípcios (descendentes de Cam – o Egito era descendente de Mizraim e não de Canaã) quase todas as civilizações do Oriente Próximo praticavam essas aberrações. A expressão “descobrir a nudez” (eufemismo para relações sexuais incestuosas -Lv 18), não deve ser confundida com “ver a nudez” (Gn 9.22), mesmo que, o texto de Gn 9.21, segundo Ellicott, traduz-se por (Noé) “despiu-se a si mesmo”. KEVAN, E.F., Op. cit., p.93, traduz o texto em sentido passivo por “descobriu-se” (a ação é praticada por Noé). A referência remota está no contexto de Deuteronômio 27.16 e não Levítico 18.6-18.

O termo nudez é usado nesse texto basicamente com o sentido de “estar exposto” e o verbo “ver” deve ser tomado em seu sentido próprio. Assim, a expressão “vendo a nudez do pai”, deve ser entendida em seu sentido óbvio e original, sem qualquer indicação de que existe uma mensagem oculta nas entrelinhas do texto. Cam encontrou seu pai desnudo na tenda, achou graça do episódio, e ridicularizou o pai na presença de seus irmãos.

O hebraico possui pelo menos três termos para nudez, procedente do verbo ‘ûr (estar exposta à vista das pessoas; ser desnudado): ‘erôm (adjetivo, nu; substantivo, nudez); ‘ârôm (nu) e ma‘adrom (nu), qualquer um desses termos significam a mesma coisa, exceto quando o uso é figurado para descrever a opressão (Jó 24.7, 10; Is 58.7), ou mesmo a pobreza ou falta de recursos como em Jó 1.21. Um outro sentido é descrever a nudez tanto espiritual quanto física (Gn 3.7, 10,11), e até mesmo de que o sheol está desnudo diante de Deus (Jó 26.6; Sl 139.7), mas jamais o vocábulo é usado como eufemismo para o ato homossexual. [2] O sentido primário é a condição de estar exposto, estar desnudo à vista das pessoas. Uma questão especial é o caso primevo de que Adão e sua esposa estavam nus diante de Deus na condição tanto física quanto espiritual. No sentido espiritual estavam conscientes de sua culpa e incapaz de escondê-la do Criador.

A posição exegética de que o pecado de Cam e Canaã tenha sido contemplar de modo desrespeitoso[3] a nudez do pai, encontra sua confirmação no versículo 25 que atesta que Sem e Jafé, para não recair no mesmo erro: “tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem”. O contexto de Deuteronômio 27.16 reforça simetricamente o conceito expendido: “ Maldito quem desonrar o seu pai ou a sua mãe”. Segundo Champlin:

Na antiga sociedade hebraica, ver a nudez de pai ou mãe era considerado uma calamidade social muito séria, e um filho ou filha ver tal nudez propositadamente era um lapso sério da moralidade filial. Portanto, Cão errou gravemente, de acordo com os padrões de sua época. E não somente errou pessoalmente, mas também correu até seus irmãos, fazendo do incidente um motivo de riso.[4]
Ao contrário de Cam e Canaã, Sem e Jafé evitaram cuidadosamente de incidir no mesmo equívoco de seu irmão e sobrinho (v.23). Ao despertar do sono e recuperar-se da embriaguez, Noé toma conhecimento dos atos de seus filhos, e seguindo a tradição do seu tempo pronuncia maldições e bênçãos segundo o agir de cada um deles.

a) A maldição sobre Canaã

Acredita-se que para que a maldição recaísse sobre Canaã, ele tenha participado de alguma forma do desrespeitoso ato de seu pai Cam. Das 63 ocorrências do termo ārar (maldição)[5] no Antigo Testamento, o verbo ocorre por 12 vezes como antônimo do verbo abençoar (bārak), e um desses casos é o versículo 25 do texto em apreço 12.[6] Seguindo os conceitos anteriores (Gn 3.14, 17; 4.11), o sentido primário é de que Canaã e sua descendência estariam banidos, cercados de obstáculos e sem forças para resistirem seus inimigos tornando-se escravos dos escravos (ebed ‘abādîm). Devemos notar, contudo, que embora Cam tivesse outros filhos além de Canaã (Cuxe, Mizraim e Pute – Gn 10.6), a maldição foi especificamente para Canaã e seus descendentes, isto é, os cananeus da Palestina, e não Cuxe e Pute, que provavelmente se tornaram os ancestrais dos etíopes e dos povos negros da África.[7] O cumprimento dessa maldição fez-se à época da vitória de Josué (1400 a.C.) e também na conquista da Fenícia e dos demais povos cananeus pelos persas.[8] Por fim, não se trata de uma maldição dirigida aos negros africanos como costuma dizer certos intérpretes. Os cananitas foram totalmente extintos segundo a posição de vários biblistas e historiadores.

b) A bênção sobre Sem

Particular atenção deve ser considerada aos textos que tratam da bênção sobre Sem e seu irmão Jafé. O primeiro deles é que para Sem o nome divino usado é YaHWeH El[9] enquanto para Jafé é Elohîm [10]. Os dois nomes são significativos dentro do contexto da promessa messiânica a Sem. O texto não diz “Bendito seja Sem”, mas “Bendito seja YaHWeH El de Sem”, isto é, “YaHWeH será tanto o Deus quanto a bênção de Sem”. Canaã por sua vez não seria submisso apenas ao Deus de Sem, mas ao próprio irmão. Aos descendentes de Sem seriam confiados a Aliança e o conhecimento do Senhor e através dela sairia o Messias.

c) A bênção sobre Jafé

A bênção do Senhor sobre Jafé está subordinada a de Sem: “habite ele nas tendas de Sem”, o que equivale a dizer que Jafé e Sem teriam relações diplomáticas amigáveis.[11] Entretanto, ’Elohîm engrandeceria a Jafé de tal forma que Canaã lhe seria servo (v.27). Além de Canaã receber a sua sentença imprecatória, esta foi reforçada em cada bênção pronunciada a seus irmãos. Os cananitas seriam escravos tanto dos semitas (linhagem judaica) quanto dos jafetitas (povos indo-europeus).

Notas

[1] HICKEY, Marilyn. Quebre a Cadeia da Maldição Hereditária, Rio de Janeiro: ADHONEP, 1988, p. 31,32.
[2] Ver HARRIS, R. L. (et al.) Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998, p. 1096-7.

[3] RYRIE, op.cit., 1991, p. 18 traduz o texto “Cam…vendo a nudez”, literalmente por “contemplou com satisfação”.

[4] Cf. CHAMPLIN, R.N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Vl.1. São Paulo: Candeia, 2000, p.82.

[5] O hebraico possui vários termos equivalentes ao termo “maldição” na língua portuguesa: ārar (amaldiçoar); me ā‘râ (maldição); qelālâ (maldição); qālal (amaldiçoados); nāqab (maldição).

[6] Ver, HARRIS, R. L. (et al.), op.cit., p. 126.

[7] Cf. ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93.

[8] É provável que os Persas fossem descendentes de Jafé, mediante Madai. Veja ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93.

[9] Senhor que é Deus ou o Senhor Deus Forte.

[10] Deus ou deuses.

[11] Veja ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93, onde o autor trata de minúcias históricas relativas ao cumprimento dessa promessa. Ver também CHAMPLIN, R.N., op.cit., 2000, p.83.

Esdras Costa Bentho é paraibano, teólogo, graduado em Pedagogia, pós-graduando em Didática do Ensino Superior e escritor. Na ciência pedagógica pesquisa áreas de educação infantil, formação de professores e gestão educacional. Dialoga com o construtivismo psicogenético (Piaget) e o socioconstrutivismo (Vygotsky). Na ciência teológica, biblicista e hermeneuta, especialista em Hermenêutica Bíblica e pesquisador na área de Hermenêutica Filosófica, com ênfase no período clássico da hermenêutica alemã. Aprecia os filósofos alemães, principalmente Heidegger, Kant e Gadamer, e os franceses Rousseau e Ricoeur; além de ávido leitor da poesia pessimista de Augusto dos Anjos.

Fonte: Teologia & Graça

sexta-feira, 1 de abril de 2011

solidariedade


Lula se despede de José Alencar com um beijo

Fotos: Divulgação

Em cerimônia na noite desta quarta-feira(30) no Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou de forma emocionada homenagem a José Alencar, seu vice nos dois mandatos.

Ao chegar ao velório de Alencar no Salão Nobre acompanhado da presidente Dilma Rousseff e da mulher, Mariza Letícia, por volta de 21h20, Lula, chorando, abraçou demoradamente o filho do ex-vice, Josué Gomes da Silva. Emocionado, o ex-presidente não conseguiu falar e permaneceu um bom tempo segurando a mão do empresário.
O momento de maior emoção ocorreu no momento em que Lula, ao lado do caixão e enxugando as lágrimas, segurou as mãos e beijou a testa do seu ex-vice. A mulher de Alencar, Marisa Gomes da Silva, e o filho Josué consolaram o ex-presidente. Lula fazia gestos com as mãos, demonstrando tristeza e desolação.

Dilma se aproximou do caixão e se abaixou, em sinal de reverência. Lula e Dilma desembarcaram em Brasília meia hora antes, vindos de Portugal, onde o ex-presidente recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Coimbra.

Logo após a homenagem de Lula ao seu vice, o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara, iniciou um rito de recomendação de alma de Alencar. Em pronunciamento, Dom Dimas lembrou o otimismo e o esforço do ex-vice na luta contra o câncer. “Era impressionante o seu otimismo. Ele dizia: ‘Não tenho medo da morte. A minha vida está nas mãos de Deus”.

A Palavra do dia.

Aprendi...

“ Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi...Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.

Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.

Aprendi que perdoar exige muita prática.

Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.

Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;

Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.

Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.”

William Shakespeare

sábado, 26 de março de 2011


Adoradores artistas x Artistas tementes a Deus

Rick Vallen


"É..., na verdade eu não tenho palavras. Eu não tenho palavras hoje, eu não tenho palavras, porque... hoje eu não vim aqui cantar uma canção, né? Eu não vim aqui interpretar nada. E eu confesso que eu fiquei com muito medo de cantar, porque, é..., enfim, vou ser muito sincero,  eu sou  um cantor aí do mundo né, e eu canto pra lá e pra cá e em qualquer lugar.   E então quando, é..., quando recebo essa graça de cantar as coisas de Deus, eu fico com um pouco de medo por talvez não me sentir... é...,  preparado, ou... enfim, eu fiquei com bastante medo de vir aqui, com bastante...Eu tô emocionado de verdade, e essa música, ela liberta almas, ela é uma oração e... é um prazer poder estar aqui hoje para poder cantar tão preciosa pérola" - Rick Vallen

"Bem é... é..., é isso, é isso ai..., palavras..., as palavras elas nos faltam mesmo, porque é muito emocionante, é... um dia..., é como eu comentei com minha amiga, é... um dia, hoje na minha vida, é um marco muito especial na minha vida, porque não é pra qualquer um, cantar as coisas de Deus e, enfim..., num horário como esse, pra tantas pessoas que estão em casa ouvindo, e eu tô muito feliz, muito feliz. Essa música, é... me tocou muito  e mudou muita coisa na minha vida, no meu pensamento, enfim, vou parar de falar porque eu não quero chorar." - Rick Vallen


Se o leitor não assistir o vídeo com a canção Usa-me Senhor, na interpretação de Rick Valen, durante homenagem do Programa Raul Gil à cantora gospel Aline Barros, bem como a conversa no final da música, possivelmente não vá entender minha linha de raciocínio.

Quero deixar claro que, a presença da cantora Aline Barros nesse vídeo, nada tem a ver com a minha fala, até porque deu testemunho evangelizando Rick Vallen em seu pronunciamento.  


Quero me referir aqui ao próprio artista cantor Rick Vallen, o qual cantou com a alma, foi sincero quando confessou ser um cantor do mundo, e por isso teve até medo de cantar, o que eu interpreto como temor a Deus, o que infelizmente está faltando em alguns adoradores dentro dos nossos templos, os quais tentam imitar os "artistas do mundo" dentro das igrejas, transformando os púlpitos em palcos, e os cultos em shows.


Isso é lamentável.

Rick Vallen, na condição de um profissional do palco, interpretou a música com a alma, pronunciou uma verdadeira confissão de sua condição e ainda manifestou uma uma demonstração de temor ao Senhor.


Oremos por esse rapaz, Jesus pode salvá-lo.

Esse é um verdadeiro exemplo, ou melhor, uma verdadeira lição para aqueles que na condição de adoradores, querem se transformar em artistas.

Assista agora ao vídeo e você entenderá melhor:

Não deixem de ler. Vale muito a pena.

Um rapaz pediu a Jesus um emprego, e uma mulher que o amasse muito.


No dia seguinte, abriu o jornal e tinha um anuncio de emprego.


 Ele foi, viu a fila muito grande e disse: eles são melhores do q eu, e foi embora.


No caminho, um garoto lhe deu uma rosa ....no ônibus ele chateado joga a rosa fora.


 E ao chegar em casa briga com Jesus

 É assim que me tratas? É assim que me amas ?


 E vai dormir. Em sonho, Jesus lhe diz:


O emprego era seu, mas vc ñ confiou e desistiu antes mesmo de lutar;
aquela rosa foi eu que te dei... inspirei aquela criança a lhe dar!!!

O amor da sua vida, estava sentada ao seu lado, em vez de vc dar a rosa a ela, jogou fora.


Vc entendeu como Jesus age na sua vida?


 Ele abre as portas te mostra o caminho mas a tua fé é tão pouca que
desiste no primeiro obstáculo. Não desista confie que Jesus pode agir na
sua vida.


 Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé.

Passe adiante, já é um sinal que Jesus está agindo em sua vida!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011


Chamados para a angústia

  
Se eu chegasse pra você e te dissesse que você está mudado, que você não é mais como antes, algo mudou, parece que o mundo pouco a pouco está entrando em você, perece que você a cada dia que passa está baixando a guarda. O que você me diria? Qual seria sua reação para comigo? Você iria me odiar por isso? Você iria se justificar? Você iria me chamar de santarrão? E se eu fosse a você e dissesse que os muros da sua cidade espiritual estão caídos, que as portas da tua vida espiritual estão queimadas a fogo e já não existem mais, se te dissesse que a sua cidade espiritual está arruinada, qual seria sua reação? Com que palavra se dirigiria para mim?

Ia procurar me convencer de que eu estou errado e que contigo tudo está normal?

É fácil entregar esta mensagem, mas quem realmente está interessado nisso? É bom participar de congressos pentecostais e ser totalmente enchidos do poder divino. Porém onde estão as evidências desse poder depois que se passa um mês? Onde estão as dezenas de pessoas que aceitaram a Jesus em uma cruzada avivalista, onde elas estão depois que se passarem seis meses? No final percebemos que era tudo um belo sermão! Era tudo uma bela pregação, mais que seu efeito durou só algumas horas!

No final percebemos que tudo não passou de um povo que era muito avivado mais que não era espiritual.

Quero te chamar para a angustia!

Quero te convidar para entrar em um caminho de insatisfação. Pois só haverá avivamento, só haverá mudança se houver alguém que se angustie, alguém que se incomode em ver o quadro. Se eu te perguntasse como está o quadro do evangelho no mundo, você me responderia que não está nada bem, eu te perguntaria o que está havendo e você me responderia que todo dia cresce mais seitas heréticas, todo dia o diabo aprisiona mais vidas em drogas, e você gastaria todo um dia contando pra mim essas coisas. E por fim eu te perguntaria o que você está fazendo para impedir isso? Está sentado em um sofá aos domingo? Assistindo televisão? Está na sua bela casa junto de seus belos amigos enquanto o mundo está indo ao inferno? Onde você está nas noites? Está dormindo na sua bela cama?

Onde você está? O que você está fazendo?

Convido-te para a angustia! Angustia significa intensa dor e sofrimento. Convido-te a ouvir está noticia e chorar para que isso mude! Mais que não dure só um dia, nem só uma semana, porém a angustia tem que durar meses, anos, décadas, até ver o quadro mudar! Convido-te a abandonar o comodismo, abandonar seu sofá, sua televisão, e orar, jejuar, chorar... se angustiar.


Prefere Olhar o mundo ir ao inferno? Ou prefere fazer alguma coisa?

Paz do Senhor!

Inicio da historia


Inaugurada réplica do primeiro templo assembleiano em Belém do Pará

A Assembleia de Deus em Belém do Pará, denominada “Igreja-Mãe”, inaugurou no último domingo (20), a réplica do primeiro templo assembleiano construído no Brasil, inaugurado no dia 8 de novembro de 1914.
A fidelidade da réplica corresponde só à fachada, o interior do templo é distinto do original.
A réplica foi inaugurada pelo pastor Samuel Câmara, como parte da celebração do Centenário, um memorial a céu aberto da história da denominação no Brasil.
Parabéns aos idealizadores pela brilhante iniciativa de preservação da memória da nossa denominação.